PP–União Brasil monta nominata para 2026, mas cenário aponta ausência feminina na Câmara Federal

PP–União Brasil monta nominata para 2026, mas bastidores indicam que federação não deve eleger mulher para a Câmara Federal.

PP–União Brasil monta nominata para 2026, mas cenário aponta ausência feminina na Câmara Federal

A federação PP–União Brasil já iniciou a montagem da nominata para as eleições de 2026 no Rio Grande do Norte. Nos bastidores, quatro mulheres são colocadas “em jogo” como pré-candidatas a deputada federal: a vice-prefeita de Parnamirim, Kátia Pires; a ex-prefeita de Natal, ex-deputada estadual e apresentadora Micarla de Sousa; a suplente de vereadora de Natal, Leila Maia; e a médica e ex-primeira-dama de Assú, Dra. Vanessa.

Apesar dos nomes apresentados, a avaliação política é pouco animadora para a representatividade feminina. Com a saída iminente da deputada Carla Dickson e a migração da vereadora e primeira-dama de Natal, Nina Souza, para outras siglas, a federação deve chegar a 2026 sem quadros competitivos suficientes para garantir uma cadeira feminina na Câmara Federal.

O cenário expõe uma contradição: embora mulheres apareçam na pré-nominata, a falta de estrutura eleitoral e de apoio interno indica que a federação dificilmente transformará essas candidaturas em mandato, mantendo a sub-representação feminina no Congresso.

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